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O evento “BIM 4.0 – O futuro é agora”, realizado em três cidades brasileiras (Brasília, Curitiba e São Paulo), reuniu mais de 1.000 participantes para conhecer as últimas novidades do setor.

Zigurat Global Institute of Technology realizou no Brasil o evento BIM 4.0 – O futuro é agora; uma semana dedicada às novidades na metodologia BIM e aos benefícios que ela traz para o setor AEC, que reuniu mais de 1.000 profissionais do país. O objetivo para este evento foi realizar uma análise da situação atual no Brasil e os próximos passos para fortalecer e acelerar sua implementação.

O ecossistema BIM do Brasil está em rápido avanço, como pudemos observar. Algumas associações e órgãos públicos, como ABDI e DNIT, participaram do evento para nos atualizar sobre as últimas tendências, incluindo a aplicação do BIM para o design de cidades inteligentes. Wilton Catelani, um dos professores do Master Internacional em BIM Management da Zigurat, falou sobre estratégias concretas para sua implementação e o trabalho realizado pelo Fórum BIM Brasil. Além das entidades mencionadas, o IEP e o SEESP também participaram do encontro.

Washington Luke, Rogério Lima e Li Chong Castro, três dos grandes agentes que estão promovendo a consolidação do BIM no Brasil, falaram sobre o panorama atual e futuro. Os três diretores de Masters na Zigurat trabalham em conjunto com órgãos públicos e empresas privadas para que a sólida implantação e crescimento do uso do BIM no Brasil seja realizada seguindo os mais altos padrões de qualidade. Atualmente, eles estão na fase de apresentar propostas aos órgãos governamentais.

Por parte das associações e profissionais, a importância de sujeitar os regulamentos atuais para a apresentação de projetos a mudanças, algo em que eles já trabalham em conjunto com empresas privadas do setor. As fases existentes deixarão de ter lógica no ecossistema digital para o qual estamos movendo o setor e os projetos terão um cronograma que deverá ser visível globalmente. Portanto, os processos de licitação devem ser modificados e transformados para se adequarem ao contexto atual.

Além disso, hoje as administrações públicas não têm controle sobre os projetos BIM. A falta de regulamentação não é positiva, pois gera incerteza, pois não há maneira definida de apresentar projetos. Essa é uma das linhas de trabalho mais críticas para o futuro próximo, pois o BIM garante maior eficiência e controle devido às suas características inerentes.

Nas mãos das empresas de desenvolvimento de software, Autodesk, Bentley Systems e Graphisoft, pudemos ver o compromisso com um futuro digital e um ecossistema com fluxos de trabalho colaborativos e processos otimizados. A importância dos gêmeos digitais no contexto digital para o qual o país está migrando foi destacada.

Durante o período de perguntas, foram levantadas dúvidas sobre como essa metodologia será levada às salas de aula, no que se refere à sua incorporação. Pudemos aprender que, dentro do roteiro do governo para a implementação do BIM no país, um espaço é dedicado ao ensino para introduzi-lo nos currículos universitários. Embora atualmente seja reduzido a ações específicas dos professores, a vontade é positiva e o trabalho é feito para incorporá-lo à formação dos alunos de maneira uniforme.

A ampla participação confirma a consolidação do evento organizado pela Zigurat, sendo esta a sua quarta edição. Além disso, a juventude dos participantes prevê que há uma forte vontade e compromisso de continuar avançando na atual linha de desenvolvimento em direção à plena implementação dessa forma de trabalho. A metodologia BIM é capaz de verificar todos os parâmetros do processo de forma transparente e com maior controle, para que, também em face das fases de manutenção do projeto, o trabalho seja otimizado.

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