Estou relatando em uma série de posts a minha jornada no curso da Zigurat Institute of Technology, o International Master BIM Manager, caso você tenha perdido o primeiro post, clique aqui. Este relato se basea na documentação BIM.

Como havia dito no post anterior, a primeira entrega era relativamente a mais simples, porém não tirou o fato de que o meu grupo precisou de muita organização e empenho. No final das contas nosso grupo ficou satisfeito com o resultado, confere um dos renders que geramos pra entrega final 😉

A parte mais difícil continuou sendo a colaboração. Worksets travados, os horários dos membros dos grupos muitas vezes não batiam e os sprints sendo entregues em cima da hora, e para lidar com tudo isso, foram necessárias muitas atas de reunião, muitas checklists e planilhas para se achar. A entrega final contou com 17 arquivos só na plataforma Revit.

Documentação BIM

No que diz respeito a documentação BIM, na geração de todas essas pranchas, o Revit e o Archicad têm métodos muito distintos, pelo menos comparado ao fluxo que eu estava acostumado. No software da Autodesk, o nosso grupo já trabalhava nas vistas as quais foram para as pranchas, ou seja, os filtros e opções de visualização faziam parte do processo de projetar.

Já na plataforma Graphisoft, no sistema de documentação BIM, há o que se chama de Organizador do projeto, que serve para organização das vistas de modelagem, transformá-las e organizá-las conforme os filtros e visibilidade de vegetais, criando layouts, para então inserí-las nas pranchas de desenho (nos conjuntos de publicador). Confesso que em um primeiro momento achei o mecanismo de documentação BIM da Graphisoft muito confuso, porém, após entender o pensamento por trás desse fluxo, ele fica até mais intuitivo do que o do Revit (Archicad mais uma vez surpreendendo com sua intuitividade escondida” xD)

documentação-BIM-Zigurat-International-Master-BIM-Manager

A partir de agora…

Finalizamos então o primeiro projeto do IMBIM. Agora tivemos os grupos redistribuídos, a diferença de horário entre Brasil e Portugal está ainda mais evidente, com muito conflito entre horários, mas todos parecem muito empenhados em cumprir suas tarefas.

O segundo trabalho será mais detalhado no próximo post, e ele é baseado na interoperabilidade e compatibilidade entre as disciplinas. Já estamos aprendendo novos softwares, como Cypecad, DDS-CAD, Solibri e Navisworks, (e como pode ser complicado instalar todos eles) e com eles faremos checagens de interferências e inconformidades nos sistemas de um empreendimento além de planejamentos 4D.

Cada módulo que passa eu fico mais assustado com a profundidade na qual o BIM pode chegar. Estamos apenas no começo, lidando com diversos tipos de verificações, BIM Execution Plan, WBS, dezenas de softwares e aplicações e já estou ansioso para ver o que me aguarda ao longo do curso, fica ligado que no próximo post explico direitinho 😉

Conheça mais sobre o International Master BIM Manager:

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