Os escândalos de corrupção descobertos pela Lava a Jato, operação que desde 2014 investiga a lavagem e o desvio de dinheiro envolvendo políticos, construtoras, empreiteiras e empresários do setor, trouxeram para o Brasil uma forte recessão econômica, desemprego, queda na produtividade da indústria, perda de investimentos e credibilidade internacional, além de obras superfaturadas. Assim, a área da construção civil se vê envolvida, de forma reiterada, nestes esquemas de ilegalidade e, um dos principais fatores que favorecem isso é a falta de um processo de trabalho transparente durante o planejamento, concepção e execução de uma obra. Tudo isso, faz com que a metodologia BIM, que é uma das grandes conquistas da revolução 4.0, ganhe protagonismo no cenário do setor AECO.

Este novo modo de trabalhar consiste no conhecimento de softwares e processos que atendem em tempo real as diferentes disciplinas que se relacionam durante o ciclo de vida do projeto.  Dessa maneira, ao envolver toda a cadeia produtiva, o BIM permite melhor desenvolvimento dos projetos e uma previsão de custos mais bem definida, o que impossibilita atos ilícitos, os quais são comuns em cenários com processos soltos e sem metodologias de controle.

Portanto, essa tecnologia que vem revolucionando o setor AECO, além de ser uma tendência, é um investimento ao combate a corrupção na área da construção civil, visto que a sua aplicação reduz os “imprevistos” durante a execução de uma obra e, consequentemente, os aditivos contratuais, que são a porta de entrada para a corrupção no setor público brasileiro.

Por isso, apesar do Brasil ainda estar vivendo tempos de crise política e econômica, é importante a fomentação e o investimento em BIM para tirar o país do atraso tecnológico e de seu apetite desenfreado pela corrupção, já que é previsto para este ano de 2018 um investimento de R$ 130 bilhões provenientes do projeto Avançar, que vislumbra alavancar o setor AECO e  engloba projetos nas áreas de Habitação, mobilidade e saneamento, política social, infraestrutura e defesa e energia.

É relevante salientar que em países como EUA, Singapura, Inglaterra, Reino Unido, Centro e Norte da Europa, Escócia, Finlândia, Japão, Emirados Árabes, Sudeste Asiático, China, Chile e Austrália para participarem de licitações, contratos e colaborações de projetos de construção, reforma e instalação, as empresas necessitam implantar obrigatoriamente o modelo BIM e suas ferramentas devido às exigências do setor e do governo, assim as nações que não têm uma legislação específica a preparam para este ano. Além destes, os países do G20 também farão o uso da tecnologia também obrigatório em obras públicas ou financiadas com recursos públicos.

Em conclusão, adotar BIM é estar um passo a frente devido ao fato de poder otimizar o investimento nos projetos, antecipar problemas, evitar erros, aumentar a eficiência, encurtar prazos de entrega e ainda é uma urgência ao ser uma ferramenta infalível contra corrupção  e essencial para a construção de um Novo Brasil.

A Zigurat Global Institute Of Technology, conta com  formações em BIM: International Master BIM Manager e International Master BIM Manager Infraestruturas, as quais são Másteres para profissionais do setor AECO  falantes do idioma português localizados no mundo todo.

 


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